Um espaço italianinho e maluco
Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
Para a frente, um bocadinho saudoso...

Passei dias maravilhosos ao lado da minha Portuguesa Preferida, que ficou comigo entre 27 de Dezembro e 4 de Janeiro. Para aproveitar ao maximo ela chegou no primeiro voo util do dia 27 e partiu no ultimo do dia 4. Mas ontem, quando cheguei ao lado dela à porta de embarque foi bastante duro. Ela passou, e eu fiquei do lado de ca, a ve-la desaparecer aos poucos, enquanto continuava comprimentando com a mao. Agora, se tudo correr bem, so voltou a estar com ela em Abril. Acho que somos mesmo dois parvos: como podemos manter este amor com esta distancia? Ela esta a ajudar-me a encontrar um lugar em Portugal, um conhecido dela vai começar um projecto novo nos proximos meses e podia empregar-me. Veremos. Tudo incerto!

Hoje ando um, bocadinho desassossegado, ela faz-me falta, partiu ontem e ja tenho saudades dela. Inicialmente deviamos passar uns tres-quatro dias em Roma, mas depois ela gostou tanto da minha terrinha nas montanhas que preferiu ficar sempre aqui na terrinha, so passamos um dia em Roma e depois os outros aqui pelas cidades da regiao Abruzzo, nas montanhas e no mar.

Nao quero queixar-me, agradeço Deus pela possibilidade de eu viver na minha terra e pelos dias maravilhosos muito portuguesinhos. Foi giro comer à Portuguesa ca na minha terra...


: saudoso
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publicado por Il Conte às 10:17
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6 comentários:
De Pâmelli a 5 de Janeiro de 2009 às 15:22
Amor a distância é mesmo uma coisa difícil - eu que o diga! lol
Looking at the bright side : quando é verdadeiro, nós sempre acabamos dando um jeito de ficar juntos :-)
Quando não é , a distância ajuda a ' coisa ' , lol , a esfriar naturalmente - até acabar de vez.
Boa sorte , Conte, e bola pra frente!
Abraços, Pâmelli.


De Il Conte a 5 de Janeiro de 2009 às 19:33
Também acho ! Eu amo essa mulher e sinto-me amado por ela, se o nosso amor for verdadeiro a gente encontra uma soluçao, se não encontrarmos entao esse tal amor nem era assim tão grande como isso.


De sofia a 5 de Janeiro de 2009 às 21:06
Desculpa a intromissão mas senti vontade de comentar porque que já passei pelo mesmo muitas e muitas vezes.. É o que dá não nos apaixonarmos por pessoas da nossa terrinha:).. Há sempre a internet que ajuda a encurtar a distância mas não é a mesma coisa..
Boa sorte e se acreditas que vale a pena não desistas.


De Il Conte a 6 de Janeiro de 2009 às 17:30
Sabes , eu já amei uma Portuguesa, mas tive medo de lutar por ela e afinal perdi-a, depois casei com uma mulher ca da terrinha, que nasceu na mesma clinica onde eu tb nasci, e cujo pai morava a uns 100 metros da minha mae, mas também não resultou, só ficamos casados 5 anos. Depois fiquei seduzido por outra Portuguesa, mas era maluquice e nunca foi minha, e afinal surgiu esta Princesa, a minha Portuguesa numero 3, esta ama-me à serio, eu também amo-a a ela, a diferença com as mulheres do passado é que esta faz-me sentir muito mais amado, faz sacrificios para mim, está desposta a pagar preços altos, alem de ser linda é uma mulher que me da muitos, outros não quiseram (uma não podia) dar-me mais.
Por enquanto estou feliz, cheio de saudades mas feliz. E se calhar , com um bocado de sorte , vou mudar para Portugal, ou então ela é que muda para cá. Temos sorte: eu amo a terra dela mas também ela ama a minha, eu podia viver em Portugal, mas ela também não se importava de viver na Itália. O problema é so arranjarmos um emprego para ela aqui ou para mim em Portugal. Veremos.
E contigo? Deixaste-me curioso: não me queres contar mais? Se quiseres não publico o teu comentario...ou então podia explicar algo mais via email. Gostava de saber da tua experiencia, ja que como dizes tb passaste por aquilo...
Tudo de bem para ti


De cagido a 9 de Janeiro de 2009 às 22:11
Faço votos para que tenham sido dias inesquecíveis.
Um Abraço.


De Il Conte a 10 de Janeiro de 2009 às 13:50
Ah, sim, foram dias inesqueciveis, eu adorei, também porque a minha Portuguesa Preferida adoptou a minha terra, gostou imenso,e passou logo a falar de L'Aquila como da "nossa terrinha".
Fiquei comovido com tanto entusiasmo por parte dela, pela minha terrinha. Eu amo a minha terra, mas sou evidentemente parcial, foi bom ver que ela adora também.


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