Um espaço italianinho e maluco
Terça-feira, 5 de Maio de 2009
Nas tintas com o casamento da mana.

Tenho duas irmãs, mas não estou muito ligado a elas, acho-as pessoas superficiais e muito aborrecidas, realmente passar o tempo na companhia delas é uma pequena tortura, mas infelizmente não podemos escolher a familia, calha-nos e pronto. Este mês a mais jovem delas casa-se, estou tão nas tintas com elas que nem m e lembrava bem o dia, achava que era a 10 mas a tia hoje disse-me que ela lembrava que era a dia 17, nem me lembro bem se o casamento é para dia 10 ou dia 17, elas sempre estiveram nas tintas comigo e eu também nunca lhes liguei muito, vivemos em cidades diferentes e não temos absolutamente nada  em comum. E assim este casamento é uma enorme maçada para mim, só lá vou por uma questão de respeito aos meus pais, pensava que podia tirar essa grande chatice já agora mas não, parece que hei de ficar mais uma semana a espera. Por enquanto fico com a divida, podia ligar mas nem vale a pena, da próxima vez que os meus pais me ligarem pergunto. Depois deste casamento acho que vou passar a ter relações minimas com a minha familia. Agora que tenho varios próblemas práticos a minha familia virou-me as costas, ninguém me ajudou, felizmente que recebi ajuda pela Igreja Evangelica e pelo meu amor portuguesinho que está a mover mares para me ajudar. Sem a minha portuguesa preferida estaria mesmo em sarilhos, ainda bem que ela me quer bem à serio.

Ufa...que grande chatice ir para Parma ao casamento da minha irmã, eu vou aborrecer-me imenso, não queria ir !!! Oxalá o namorado mude de ideia, e assim me seria poupada esta enorme maçada, 500 quilometros para ir, outros 500 para voltar, gastar em gasolina e autoestrada e passar horas na companhia de gente chata.

Eu queria era estar na companhia da minha portuguesa preferida, importo-me lá com a minha irmá...


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publicado por Il Conte às 17:58
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4 comentários:
De a viela da duquesa a 6 de Maio de 2009 às 08:53
Realmente a familia não se escolhe, é nos imposta o que é muito chato quando as pessoas não se entendem. Se o como a minha família em que nos suportamos, com muita hipocrisia, está se mal.
Se fosse eu no teu caso, inventava qualquer coisa para não ir, aliás a experiência que estás a passar, do pós terramoto, já é uma grande desculpa. mas se tens uma ligação afectiva com os teus pais e não queres que eles se sintam mal por tu não estares presente, vais na boa e tenta passar esse momento o melhor que puderes. beijinhos.


De Il Conte a 6 de Maio de 2009 às 14:14
Sim, amiga, vou mas é para os meus pais, que também não me ajudaram muito, diga-se de passagem, mas sempre são os meus pais. Este terremoto tirou o veu da hipocrisia e tirou as mascaras e assim pude ver, ficando admirado, confisso, o que realmente andava nos corações da minha familia acerca de mim : muito pouco. Mas descobri um amor verdadeiro e imenso por parte da minha portuguesa preferida e esse amor, sozinho, compensa-me e chega, depois do casamento, com a minha familia vai ser bom dia boa tarde, sem inuteis hipocrisias.


De Pâmelli a 7 de Maio de 2009 às 04:29
Pois é , Conte.
As vezes temos de cumprir certas 'obrigações familiares' bem maçantes deste tipo. O jeito é encarar - mas, se der pra tirar algum proveito...:-)
Talvez ir ao cinema depois...Assisitr a alguma exposição em Parma, dar um pulo ao seu café ou livraria preferida...??
De minha parte, sempre que tenho algo chato pra fazer e não há escapatória, procuro 'diluir a tortura' ou , de preferência, acrescentar algo de bom à ela! lol
Este ano ,por exemplo, sugeri ao meu marido de irmos para Nova Iorque após o jantar de família que temos de participar todo ano na casa de meu sogro ( (Zzzzzzz...bocejo ) . No dia seguinte tomamos o trem e duas horas depois estávamos lá!
Quanto ao casamento de sua irmã...Na pior da hipóteses, aproveite a comida e o vinho ! lol


De Il Conte a 9 de Maio de 2009 às 10:15
Ê VERDADE , amiga Pamelli, mas por enquanto vou mas é passar uns dias na companhia da minha Portuguesa preferida, vou para o casamento da mana somente daqui a uma semana, tentando encontrar algo de giro nessa maçada, como a Pamelli aconselhou. Abraços.


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